Quando nem a
manhã brilhava
Em um cenário
de lágrimas...
Hoje, para
vestir alegria, eu faço mais.
Se eu ganhar
Este mundo
de Deus,
Serei o gênio de
cana-de-açúcar!
Eu estava
feliz como um rio,
Um rebanho
de animais,
Como quando
você toca um violão
E o galo
canta, o galo canta muito mais!
Quando a noite brilha,
E agora? ...
No entanto,
no momento de preto,
E nós não temos o poder...
Não comigo!
O poder é
sempre meu...
Eu não estou
feliz
Mas eu não
sou estúpido,
Hoje, com
meu violão, canto mais,
Junto com os
galos, nos quintais,
Vou cantar
mais, vou cantar muito mais!
Acreis,
17/01/2009
São
Conrado/RJ
Em homenagem
a Antônio Carlos Belchior
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