O Poeta Botafoguense
Abraça a sua Amada
E a beija docemente...
Depois da boca
Beija-lhe o cu ardente
E depois a boceta doce...
E ela, como desmaiar fosse
De prazer grita e geme
E todo seu corpo treme...
Seu membro, ela coloca-o
Na boca, e morde e chupa
Num frenesi, quase louca...
E ele, sem conseguir conter-se,
Ejacula! Esporrou-se...
Mas não desanimou, pelo contrário,
Mais rijo ainda, penetrou-a
Por trás, num ato arbitrário...
Os dois ardem em cio e tesão,
Na cama, no chão,
No tapete macio...
Ele brinca com seus mamilos,
Dá-lhe suaves tapas no rabo,
Enfia-lhe vagarosamente
O cacete quente até o cabo...
Acreis, 07/01/2016 - Santa Cruz/RJ
Inspirado no poema "A Cópula",
de Manuel Bandeira
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