segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Pecado É Não Ser Botafoguense













Que bom! O orgulho da sua beleza
Requer sabedoria e tranquilidade!
Não há arrependimento sem amor...

Meu sorriso de coringa
Passeia entre luxúria e arrepios,
Ao nascer da primavera
Ao verter do sangue,
Feito milagre derramado na saudade!

Não há mais briga pela liderança,
O que há é a esperança
De uma eternidade sem lógica,
De um horizonte cuja porta é uma Estrela de Luz!

Agora, somente a felicidade a dizer
Que o único pecado é não ser botafoguense,
Pois o argumento do amor é lindo!

A grandeza de um ombro amigo,
Mesmo que passageiro, faz parte da vida,
Da angústia e da fé!

Não deve ser feio o encontro
Do que jeito que a saúde é aguardada,
Porque há lugar no horizonte do desejo,
Das filhas e dos filhos nos dias de verão!

Preenche o vazio da cura,
Da vergonha do que é bonito,
Em cada reflexo que vem de barco no mar,
Cheio de amanhecer,
Nos abraços de querer ficar,
Em cada volta minha,
Em voz baixinha da Lua em meus ouvidos,
No aspecto alegre,
No efeito cheio de sabor
Das cannabis de Amsterdã!



Acreis, 31/07/2015 - Volta Redonda/RJ
Dedico este poema a minha irmã Maria das Graças Reis Miquelloti,
Botafoguense, que se encontra internada no Hospital do Retiro
da Cidade do Aço!

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