terça-feira, 22 de julho de 2014

Ocultismo das Horas









O sol não é o amante da rosa como o topázio é dessa manhã que chega!
Ou eu vou atirar uma flecha de cravos no fogo dos teus olhos ou vou me perder  em metáforas
Invisíveis dessa madrugada...

Durante o passeio da minha alma sombria, em uma versão mais humana,  eu  insistir em dizer
Que te amo, ao te apertar em meu peito secretamente, todos os mares serão meu sangue 
Chamando por ti.

Tu não tens que parar teu coração para saber que te amo,  como a planta que floresce em tuas 
Mãos, para saber como tenho sede de ti... Mas eu temo em usar as portas e janelas abertas da 
Tua alma para não te perder no interior da luz dessas flores, no ocultismo das horas que  
Arrastam minhas ansiedades.

Graças ao teu corpo, da nossa vida amorosa que não se esgota,  do teu profundo desejo à flor 
Das ondas que nascem e se derramam, irei me levantar desse chão triste onde dormem os 
Poetas para alcançar os altos ramos do luar que brilha nos sonhos do teu sono...

Quando e onde eu não souber por fim como te amar, repleto de
Complexo e orgulhoso  do teu amor, transbordando em fraudes infinitas,
Eu não sabendo se te amo ou não, para tentar ler os teus pensamentos, e nesses momentos, 
Tu, com a consciência das pedras entristecidas, não pensando porém em nada, aproximar-te 
De mim, afastando-me dessas ações ínfimas, de me perguntar se eu não tenho mais o que 
Trago e o que  restava perto do lado esquerdo do meu peito,
Quando tu, dormindo, e longe de abrir teus olhos, beijar minha boca longamente, sem saber 
Que és dona da Terra o do Céu, ficar na minha frente penteando teus cabelos, do lado de lá 
Das florestas ficarei te esperando, e nunca mais terás  vontade de pecar.



Acreis, 21/07/2014  Sta Cruz/RJ   Chez moi

P/ Iolanda

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