Algumas flores nascem nas ruas! Alguns policiais morrem!
Conduzidos, até agora, por bondes, ônibus, fairway.
Flores não desaparecem , os policiais sim...
Para quebrar o asfalto, a polícia executada!
Como completo silêncio, eu quis paralisar a economia do verso...
Eu vou cuidar de algumas flores que morrem nas ruas!
Conduzidas, até agora, por bondes, ônibus, fairway .
Flores não desaparecem, os policiais sim...
Para quebrar o asfalto, a polícia executada...
Como completo silêncio, eu vou paralisar a voz do meu verso.
Eu vou cuidar dessa flor que nasce no céu.
Era feia a cena... No entanto, a flor! O ódio de plástico com furos, depressão e desgosto, a flor Nasce
Era feio o fato. No entanto, a flor! O ódio de plástico com furos, depressão e desgosto, a flor Morre.
Conduzidos, até agora, por bondes, ônibus, fairway.
Flores não desaparecem , os policiais sim...
Para quebrar o asfalto, a polícia executada!
Como completo silêncio, eu quis paralisar a economia do verso...
Eu vou cuidar de algumas flores que morrem nas ruas!
Conduzidas, até agora, por bondes, ônibus, fairway .
Flores não desaparecem, os policiais sim...
Para quebrar o asfalto, a polícia executada...
Como completo silêncio, eu vou paralisar a voz do meu verso.
Eu vou cuidar dessa flor que nasce no céu.
Era feia a cena... No entanto, a flor! O ódio de plástico com furos, depressão e desgosto, a flor Nasce
Era feio o fato. No entanto, a flor! O ódio de plástico com furos, depressão e desgosto, a flor Morre.
Acreis, 16/03/2014 – Santa Cruz/RJ
Este poema é dedicado a todos os policiais mortos em serviço
Ou em razão dele
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